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Como já estava previsto o aumento de cargos no legislativo, fará com que os gastos dos cofres públicos aumentem em até 60% das cidades do país. A estimativa é da União dos Vereadores do Estado de São Paulo (Uvesp), que calcula que o salário médio de um vereador no estado fique entre R$ 1.800 e R$ 2.000.

Se fosse considerado apenas o aumento de salário pela média, as novas vagas representariam um custo anual de R$ 24 milhões às Câmaras de Vereadores paulistas. Mas segundo o Movimento Voto Consciente, além do salário, em cidades com câmaras maiores os vereadores teriam direito a assessores ou verba para gasolina, por exemplo. E em todas as casas legislativas, inclusive de cidades menores, cresceria o número de gabinetes e móveis.

Na região de Rio Preto, serão pelo menos 74 novos vereadores. Os custos das manutenções necessárias sobem um milhão e meio de reais somente no legislativo de Rio Preto.

Esta semana muitos acompanharam o Senador Eduardo Matarazzo Suplicy (PT – SP) mostrando cartão vermelho ao Presidente da casa Jose Sarney. Este ato foi simbolicamente o primeiro ato na política nacional que fez com que muitos ficassem arrepiados.
Nasci na década passada e quando comecei a entender de política, a “bola de neve” já estava mesclada de corrupção e mentiras. Muitos da minha geração não ligam para a política nacional. Eles estão errados, devemos nos unir e aprender cada vez mais sobre política, pois é isso que nosso país precisa.
Lembro agora de um vídeo em que mostra os problemas de trânsito em uma cidade da Índia, lembro-me por que muitos quando o assistiram, ficaram com olhares de sofrimento e indignação. Todos queriam achar uma solução para que o trânsito daquela cidade pudesse ser menos perigoso. Muitos sugeriram semáforos, faixas de pedestres, guardas de fiscalização e etc. Com meia hora de discussão, todos sabiam o que aquela cidade precisava.
Uso isso como exemplo e ao mesmo tempo em tom de convocação, alertando a todos os brasileiros, jovens e adultos, que precisamos parar e prestar a atenção nos movimentos de todos os políticos da nossa nação para que nenhum deles cometam a indelicadeza de rirem da nossa face como fizeram com o Senador Eduardo Suplicy.
A bagunça está generalizada, você que está lendo esse simples comunicado, caso não queira prestar a atenção no governo de Brasília, preste a atenção no governo do seu Estado e no governo de sua cidade. Desse modo, cada um estará fazendo sua parte e ajudando a melhorar cada vez mais um país maravilhoso chamado Brasil.
Ao Senador Eduardo Matarazzo Suplicy, meus singelos agradecimentos por ser o brasileiro que é.

Sem segurança, material com ‘falhas’, sem reajuste salarial e sem apoio do governo há mais de uma década. Essa é a situação que os professores enfrentam em São Paulo.

O dia começa a nascer e Maria Paula despesta-se com o barulho insano de seu despertador. Desliga-o  rapidamente para não acordar o filho de 4 anos que dormi junto com ela e seu marido. Ela é professora do Estado de São Paulo há 15 anos e seu marido, é caminhoneiro.
Após preprar o café da manhã, Maria Paula sai correndo para não perder o ônibus que precisa tomar para fazer o que mais gosta, lecionar. Ao descer do ônibus, ouvi gritos e pedidos de socorro vindos de um adolescente que está sendo espancado em frente à escola. Ela e outros professores tentam ajudar o rapaz, mas são ameaçados também. A confusão termina com a chegada da Polícia. Os agressores, que também são alunos, fogem. Mais um dia letivo começa.
Na “sala dos professores”, Maria Paula conversa com seus colegas de trabalho,  ao mesmo tempo que retira do armário velho, os livros que usará no dia. O sinal da entrada toca, mal consegui terminar a pequena xícara de café, e vai para a sala de aula. Ao entrar, depara-se com o desinteresse de  grande parte da sala. Alunos durmindo, outros desenhando, outros conversando. O que poderiamos esperar de jovens que precisam trabalhar para ajudar no sustento de casa, já que o governo não da a mínima para seus pais? Que eles estudem ao mesmo tempo que pensam na precariedade em que vivem? Dessa forma fica difícil.
Depois de uns dez minutos, a Professora de Geografia Maria Paula consegui a atenção dos alunos, e todos abrem suas “apostilinhas”. Logo em seguida, uma das alunas chama a atenção de todos mostrando que em uma das páginas, havia um erro grotesco no mapa da América do Sul. Paraguai havia se tornado Uruguai, e Uruguai continuava Uruguai. E o Equador não existia mais.
Esses e outros erros saíram na mídia, e o governo do Estado de São Paulo em resposta, alegou que os erros eram da gráfica. Mas, ninguém do Estado poderia verificar a “apostilinha” e conferir se tudo estava corretamente em seu lugar? Devem achar trabalhoso de mais. Ou querem que os jovens do Ensino Fundamental e Médio aprendam errado? Talvez.
Curiso ou não, lá nas primeiras páginas estão nome e sobrenome corretíssimos do Governador. Consoante, vogal, consoante, vogal … Consoante, vogal, consoante, consoante e vogal.
Maria Paula perdi tempo de sua aula para corrigir erros do governo, ou da gráfica como preferirem, e os alunos indagam dizendo que ficaria difícil estudar com algo que estão lendo mas não sabem se é o correto.  A professora tenta convencé-los de que eles deveriam ler outros livros didádicos, literatura  e etc. Mas sem tempo para isso,pois grade parte trabalha, os alunos respondem em tom de suplício: “ Se ao menos o governo nos ajudasse…”.
A aula chega ao fim, na segunda aula do dia, outra turma sem interesse… na terceira aula, bom nem preciso repetir.
O intervalo chega  e  todos os professores se encontram  na “sala dos professores” novamente. Agora com “tempinho” para conversarem. Porém, Roselaine, professora de Biologia, chega  aos prantos  na sala, todos ficam em choque perguntando o que houve.
A jovem professora  relata que no final da terceira aula, alterou a voz com um dos adolescentes  que simplesmente usou drogas durante à aula e quando todos já saíam para o intervalo, o rapaz  puxou seu cabelo e deu dois socos  em seu  estomago.
Maria Paula ficou perplexa, era a primeira  vez  que ouvia  algo do genero em 15 anos. Assim nao dá para continuar, todos concordam que  o salário dos professores são baixos , mas no mínimo o governo deve aumentar a segurança de todos.
Um dos professores fica impaciente e convence os outros a irem  na passeata reivindicando reajuste salarial e mais seguraça nas escolas, ato que irá acontecer em um belo sábado.
No outro dia por volta das 8 da manhã, Maria Paula sai para encontrar seus colegas de trabalho e mais 2500 professoes. A passeata começa, os mestres chamam a atenção por onde passam e recebem apoio da população. Policiais Militares seguem de perto.
Aproximam-se do Palácio dos Bandeirantes, a mídia começa o voo de helicópteros buscando as melhores imagens, porém zelão mais pela vida do governador que segundo a mídia sensacionalista, está em risco com as “armas” dos professores. Nesse dia, as “armas” que os professores carregam, são gizes brancos e algumas faixas pedindo respeito pela profissão.
Um pouco adiante, começa para valer a confusão, para impedir a entrada de todos na residencia do govrnador, a Policia Militar joga gás lacrimogênio e gás pimenta nos manifestantes. Alguns professores desmaiam, outros são pisotiados. Maria Paula se desespera e grita: “ Não somos bandidos, somos professores!”. Não adianta, e o bloqueio  aumenta com a chegada  da Cavalaria.
Um dos tantos professores revolucionários, tenta passar o bloqueio e é alvo de duas “balas de borracha”. É o estopim, os professores recuam com  os braços levados ao céu e infelizmente continuam reféns do Estado.

A grande maioria da imprensa nacional,  está “arrebentando” com Protógenes Queiroz.  Esse senhor, é o único que  me vem em mente neste momento, como ético e respeitador da pátria brasileira que de forma coerente, usou todos os modos para que “detritos sociais” fossem presos.
Ouvir pelos cantos que o Brasil é um país sem justiça social, podem parecer superficiais, mas quando nos deparamos com o que está acontecendo com Protógenes, é simplesmente a confirmação de que esse país ainda não criou vergonha.
Devemos lutar pelo justo, sempre pelo justo.
Esse post poderia ser muito grande, caso eu comentasse o que certa revista publicou essa semana. Mas não vamos sujar o post e o blog com mais um “besteirol”.
Protógenes, o senhor tem muitos motivos para andar de cabeça erguida, e como o senhor não errou em nada, tem minha admiração e meu respeito.

Como todos sabem fevereiro é o “mês do carnval”. Com o feriado extenso muitos aproveitam para viajar para casas de parentes  e amigos.
“Teoricamente”, o carnaval é o momento em que todos dançam, cantam e brincam.  Mas ano após ano, muitos não sabem como usufluir bem do feriado e acabam perdendo a vida por pouca coisa.
Nas estradas, mesmo sem ingerir bebida alcoólica, o motorista deve ficar muito atento. Dirigir para ele para os outros, já que não sabemos o que virá na próxima curva.
Quem vai pegar estrada antes, durante ou depois do carnaval, deve conscientizar-se que bebida e direção não combinam.  Arriscar a própria vida já é coisa de estúpido, mas colocar a vida de desconhecidos em risco, é pior ainda.
Neste carnaval irei viajar, mas mesmo assim ficarei de olho no que acontece nas estradas estaduais e federais.
A ” Lei Seca” que eu até elogiei aqui, decepcionou- me, quando fiquei sabendo que os Policiais não tem bafometros suficientes para fiscalização.
Com ou sem Lei seca,  todos que irãovijar devem usar o bom censo, e preservar seu bem mais valioso, a vida!

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