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A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. resolveu diminuir a carga horária de história no ensino médio, para incluir aulas de Sociologia e ampliar aulas de Filosofia.
Com essa medida, os alunos das escolas públicas estaduais, terão 80 aulas a menos de história nos 3 anos letivos. Diminuição de 22, 2%.
A ampliação das aulas de Filosofia e a inclusão de Sociologia, é uma exigência do Governo Federal. A Lei foi sancionada em julho de 2008 pelo Presidente Luis Inácio Lula da Silva.
OPINIÃO H.G. MAZZOCO:
Antigamente, as escolas públicas estuduais tinham aulas de francês, latim, sociologia, filosofia. E ssas matérias foram retiradas durante os anos da ditadura militar.
Alunos que estudavam nas escolas públicas, tinham grandes chances de entrar nas universidades públicas. Hoje é totalmente o oposto, para entrar nas universidades públicas, estudam em escolas particulares ou fazem cursinhos.
O governo do PSDB, parece não ligar para a Educação do Estado de São Paulo. Primeiro inventou a maldita prova para avaliar os professores, agora essa diminuição das aulas de História (uma das máterias mais importantes).
Alegaram que o aumento da carga horária, iria trazer despesas extremas ao governo estadual, mas e os gastos para aplicarem a prova dos professores na semana que vem? Saiu de graça?
E já que toquei no assunto, creio que a prova que os professores irão fazer não vai ajudar em nada. O primeiro passo do governo estadual, deveria ser nas melhorias das escolas, melhorias no material didático. E depois avaliarem os professores.
Bom, aguardo o resultado das aulas de Sociologia, veremos se isso surtirá em algo bom para os alunos, e claro semana que vem espero ver todos os professores mostrando ao PSDB que o problema não está nas mãos dos nossos mestres.

Com o ouro no volei feminino, brasil chega a marca de noventa medalhas em todas as edições do jogos olímpicos.
A primeira foi um ouro, conquistado pelo Tenente do Exército Guilherme Paraense nos jogos da Antuérpia em 1920 na modalidade tiro.
Das 90, 20 são de ouro, 24 de prata e 46 de bronze.
A China não é mais comunista há muito tempo. Parece brincadeira, mas dizer que a China é comunista, é uma grande jogada do capitalismo, para que todos pensem que o culpado e o ruim é o comunismo.
Dizer que o comunismo esconde as verdades é uma mentira, quem esconde a verdade é o capitalismo.
Desde que o governo chinês “abriu as portas” para as grandes multinacionais, a pobreza aumentou no país.
E hoje, as emissoras do mundo todo, mostram uma China evoluindo para o poder, um país cheio de riquezas e prosperidade.
Mas, essa é uma parte do país, o outro lado da China, você não verá na telinha de nenhuma emissora de televisão, verá somente aqui e em outros blogs.
Essa é uma foto de uma favela chinesa, cheia de lixo jogado pelas ruas. E em simples barracos vivem os moradores do futuro grande país.

Crianças procurando algo para comer nos latões de lixo em um país que ganhou um apelido de ” Despertar de um dragão.”
Mãe com seu filho, pedindo esmola nas ruas.
Eu ia colocar um video do youtube, mas é forte e quem quiser ver é só ir no site.
Eu gostaria de ver a parte pobre da China nas matérias das emissoras de canal aberto e fechado na tv, até agora, vimos uma China gloriosa cheia de riquezas, porém a China tem muitos contrastes, e os erros são grandes e ninguém mostra. Muito triste para um país com grande futuro.

Em uma mensagem publicada pelo jornal oficial do Partido Comunista Cubano, o Granma, Fidel disse que não aceitará o cargo de Presidente do Conselho de Estado, para o qual vinha sendo eleito e ratificado desde 1976.
“Trairia minha consciência ocupar uma responsabilidade que requer mobilidade e entrega total que não estou em condições físicas de oferecer. Digo-o sem dramatismo”, escreveu Fidel, afastado do cargo há um ano e meio para tratamento de saúde.
“A meus queridos compatriotas, que me deram a imensa honra de me eleger recentemente como membro do Parlamento, em cujo seio devem ser adotados acordos importantes para nossa Revolução, comunico que não aspirarei e nem aceitarei – repito – não aspirarei e nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado e Comandante-chefe.”
“Não me despeço de vocês, desejo apenas combater como soldado das idéias”.
Fidel disse que continuará escrevendo no Granma, mas sua coluna “Reflexões do comandante-chefe” passará a se chamar “Reflexões do companheiro Fidel”.
A nova Assembléia Nacional foi eleita no final de janeiro, e deve escolher no próximo dia 24 o novo Conselho de Estado e o Presidente do país.
ESTADO DE SAÚDE
Fidel, 81, foi o líder do movimento que derrubou o líder pró-Estados Unidos Fulgêncio Batista em 1º de janeiro de 1959.
Ele comandou o regime cubano como primeiro-ministro por 18 anos, passando à Presidência do país por escolha da Assembléia, eleita após a aprovação da Constituição Socialista de 1976.
Desde agosto de 2006, o líder cubano estava afastado em virtude de uma operação. Ele delegou suas funções ao irmão, Raul, que comanda o regime desde então.
“Sempre dispus das prerrogativas necessárias para levar adiante a obra revolucionária com o apoio da imensa maioria do povo”, escreveu Fidel, na edição desta terça-feira do Granma.
Ele acrescentou que, ao longo deste ano e meio, tentou admitir mas ao mesmo tempo evitar os boatos a respeito de seu “estado precário de saúde”.
“Preocupou-me sempre, ao falar de minha saúde, evitar ilusões que, no caso de um desenlace adverso, trouxessem notícias traumáticas a nosso povo no meio da batalha.”
“Prepará-lo para minha ausência, psicológica e politicamente, era minha primeira obrigação depois de tantos anos de luta. Nunca deixei de assinalar que se tratava de uma recuperação ‘não isenta de riscos’”.
BUSH SE METENDO 
“Esse deve ser um período de transição, o começo de uma transição democrática para o povo de Cuba”, afirmou Bush, durante entrevista coletiva na capital de Ruanda, Kigali.
Bush afirmou ainda esperar que a saída de Castro do poder leve à libertação dos presos políticos mantidos pelo regime cubano. “São pessoas que foram colocadas na prisão porque ousaram falar o que pensam.”
O presidente americano também disse esperar que o país possa em breve ter “eleições livres e justas, não o tipo de eleição organizada pelos irmãos Castro”.
Ele afirmou ainda que “os Estados Unidos vão ajudar o povo de Cuba a conseguir sua liberdade”.
Oficialmente, a Comissão Internacional sobre Estratigrafia estabelece que Terra continua no período Holoceno, iniciado com o fim da última era glacial.
No entanto, em um artigo publicado na edição de fevereiro da revista científica Geological Society of America, os cientistas Jan Zalasiewicz e Mark Williams afirmam que “há provas geológicas suficientes para reconhecer um novo período”.
A transição entre épocas geológicas é normalmente atribuída à transformações como registros de fósseis, mudanças no padrão das rochas e sedimentos.
No entanto, no caso do Antropoceno, os cientistas acreditam que o impacto dos seres humanos no planeta é o principal responsável pela transição.
“As atividades humanas excedem os processos naturais de muitas maneiras”, diz Zalasiewicz.
“Por exemplo, os humanos emitem mais CO2 que os vulcões; movem materiais e elementos pela superfície da Terra mais do que os rios, desabamentos de terra e enchentes”, explica o cientista.
O artigo cita ainda o aumento nas temperaturas e a acidez dos oceanos como possíveis mudanças para comprovar o novo período.
Segundo os cientistas, as transformações deixarão traços nas camadas de sedimentos terrestres e irão refletir na identificação do Antropoceno no futuro.
Mudanças
De acordo com os cientistas, o impacto dos seres humanos poderá ser percebido de diversas formas.
“Para começar, deixaremos uma quantidade enorme de concreto”, diz Zalasiewicz.
O artigo indica ainda que haverá uma transformação grande nos registros fósseis, causada pela extinção em massa e pelos resíduos de corpos humanos.
Os cientistas apontam ainda que o aumento da acidez dos oceanos poderá provocar o fim dos recifes de corais.
“Gealogicamente, esta série de eventos está acontecendo muito depressa”, diz o cientista. “Não acredito que as mudanças serão sutis, estes sinais serão muito evidentes”, esclarece.
“Nós estamos mudando o planeta de forma significativa. E é possível que estejamos começando um novo período geológico, que poderá ser o Período Antropoceno”, afirma o estudo.



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