E mais uma vez, a vida de um escritor literário é colocada na berlinda. Os livros já não são os mesmos. Precisamos melhorar…

Sentado com o lápis fixo entre os dedos, começo a rabiscar e colocar no papel as ideias para o próximo livro.

Não sei como essas simples páginas influenciarão a sociedade, mas como tudo que é escrito, literário ou não, recebem diversas opiniões.

A verdadeira literatura parece estar na beira do precipício. Precisamos evoluir, ou até mesmo retroceder. O passado foi magnífico, o presente nem tanto e o futuro, está em nossas mãos.

Mesmo com os ‘maus’ colegas que surgem diariamente, continuarei com a verdadeira literatura. Reacendendo a vontade de ler na nova juventude.

Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo.

Somos a minoria, mas por pouco tempo… Logo voltaremos a ser a maioria.

Assinado: O escritor do passado

Texto de Heitor Mazzooco publicado no site da Revista Piauí (Concurso Literário Abril-Maio 2009).