O compromisso fundamental de divulgar a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.
É dever do jornalista:
- divulgar todos os fatos que sejam de interesse público;
- lutar pela liberdade de pensamento e expressão;
- defender o livre exercício da profissão;
- valorizar, honrar e dignificar a profissão;
- opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e a opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem;
- combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação;
- respeitar o direito à privacidade do cidadão
- prestigiar as entidades representativas e democráticas da categoria.
“Muitos jornalistas perdem o emprego pelo simples fato de dar suas opiniões, porém é mais bonito andar pelas ruas dizendo “fui mandado embora por que dei opinião” do que andar pelas ruas e pensar ” continuo no meu emprego mas nao tenho caráter para exerce-lo.”
Nenhum jornalista precisa ter medo de ser reprimido pelas suas corretas ações, pois todos têm o direito de opinar. Mesmo que a justiça pareça ser “cega”, os jornalistas podem usar a caneta, o gravador, o microfone e outros meios para mostrar o que realmente acontece no nosso país e no mundo e fazer com que o sistema judiciário faça realmente sua parte contra todos os males da sociedade.”
Heitor Mazzoco

4 comments
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09/07/2008 às 15:03
Jorge
dalhe polemica…
excelente topico!!
abraços
09/07/2008 às 15:03
Kátia
Heitor,
Ainda bem que temos os blogs para podermos ser livres em nossas opiniões. Infelizmente as empresas de comunicação estão sempre limitando o jornalista, mas penso que podemos mudar isso a partir do momento que expomos nossas idéias. É utópico, porém não impossível.
Abraços
10/07/2008 às 12:40
Mari Nabor
Gostei do escreveu…falta de caráter é oq mais se tem hj…
O segredo n é estudar para ser mias um jornalista…e sim estudar pra ser *O JORNALISTA*…parabens heitor
18/07/2008 às 11:30
Michell Niero
Eu, como atuante na área jornalística, acredito muito nestes princípios colocados. O jornalista deve também interpretar uma dada realidade, utilizando sua capacidade intelectual. É aí que mora o perigo.
Na lógica de mercado que me encontro, não posso ir além do que me é imposto. Senão, sou despedido. É duro de falsr isso mas é fato, e não falo de uma realidade de redação, e sim, do jornalismo empresarial. Atuo como alguém que interpreta uma dada realidade, mas que acaba manipulando-a muitas vezes para obedecer interesses excusos (motivação de colaboradores, parceiros, melhorar a imagem da empresa etc).
Existe um mercado crescente que eu chamo de “auto-ajuda jornalística”. São os velhinhos que saem demitidos das redações, com aquela visão romântica de jornalismo, fazendo palestras sobre o ideal de ser jornalista. Muito válido, mas isso cada vez menos existe. Sou um funcionário que uso a minha habilidade com a comunicação para interesses de uma empresa. É jornalismo? É, pois o mercado cresceu e a atividade ganhou outras aplicações.
Mas isso não me impede também de manter outros projetos (como o meu blog) e de exercer este jornalismo bonito que me fez um dia optar pela profissão. Mesmo não ganhando um centavo se quer.